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Geral #Feminícidio

“Não mata a mamãe”, disse filha que testemunhou o crime

Um pedido que foi negado.

01/08/2020 22h56
Por: Redação Verguia Fonte: Douglas Cordeiro
Reprodução Arquivo/Pessoal
Reprodução Arquivo/Pessoal

Uma criança de 4 anos pediu ao padrasto para não matar a mãe dela, mas foi em vão. Segundo a família da vítima, a criança presenciou a morte da mãe, Francisca Soares.

O padrasto, Rocha Brito, foi preso na última segunda-feira (27), após se apresentar na delegacia de Piracuruca, norte do Piauí, onde aconteceu o feminicídio, no dia 19 de julho de 2020.

O casal estava junto há um ano e a há 3 meses e passaram a morar na mesma casa. A investigação da polícia revelou que Rocha Brito e Francisca discutiram e logo em seguida o empresário golpeou a mulher seis vezes com uma faca. Francisca morreu na hora, na frente da filha. O suspeito fugiu do local. Quando a polícia chegou na casa encontrou a criança na frente da casa, onde disse:

“Pai Rocha matou minha mãe.”

O empresário foi encontrado na zona rural da cidade, mas, durante perseguição ele abandonou o veículo e sumiu na mata. No início da semana ele, na companhia de um advogado, apresentou-se na delegacia, onde os policiais deram voz de prisão por meio de uma ordem judicial.

O homem confessou o crime.

“Ele disse que matou para se defender. Ele falou no interrogatório que a companheira tentou matar ele, e que ele foi se defender e acabou golpeando Francisca. O laudo pericial já foi emitido para a delegacia; já temos o laudo pericial, tanto o cadavérico como o de local de crime, falta apenas uma diligência”, disse o delegado Hugo Alcântara.

Pelo fato do crime ter acontecido na frente da criança, a pena pode ser maior.

Rocha Brito se encontra em um presídio aguardando julgamento.

Familiares da vítima informou a polícia que Rocha Brito vinha fazendo ameaças de morte contra Francisca, e uma dessas ameaças aconteceu na frente da mãe da vítima.

“Ele uma vez falou pra nossa mãe que ia atirar três vezes na Francisca. Ele falava que minha irmã não prestava, que era indecente. Xingou ela e minha mãe falou que não era pra ele falar assim dela. Era um relacionamento abusivo, minha irmã vivia trancada dentro de casa”, disse a irmã da vítima Fátima Alves.

 

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