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Mais de um bilhão de pessoas vão perder a audição nas próximas décadas, segundo a OMS

A especialista em otorrinolaringologia Adriana Desiree Batisti mostra como prevenir a perda auditiva

Acs Mirian Santos

Acs Mirian SantosMirian dos Santos Almeida, 39 anos. É mãe, esposa, formada em Tecnologia em Gestão Ambiental pela Unopar – Universidade do Norte do Paraná, Evangélica, ACS - Agente Comunitária de Saúde - no Município de Rolim de Moura- RO por mais de 10 anos. Mirian usará esse espaço para falar sobre saúde, informar sobre atividades do SUS e informações sobre o cotidiano dos Agentes de Saúde no modo em geral. Seu canal de informações Comente, compartilhe

02/12/2019 16h48Atualizado há 2 semanas
Por: Mirian dos Santos Almeida
Fonte: Assessoria de imprensa
Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

A perda auditiva é uma das cinco prioridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o século 21. O motivo da escolha é simples: de acordo com as estimativas mais recentes da OMS, mais de um bilhão de pessoas têm alto risco de ficar sem audição nas próximas décadas.

“Diariamente pacientes têm queixas relacionadas à audição. E é por esse motivo que precisamos falar sobre o tema, pois a perda auditiva pode acontecer em qualquer idade e por diferentes motivos”, conta a especialista em otorrinolaringologia cooperada da Unimed Curitiba, Adriana Desiree Batisti.

Como, então, prevenir e alertar sobre esse tema? Assim como a medicina evolui, os tratamentos e terapias para perdas auditivas também. Porém, apesar dos avanços, a prevenção ainda é o melhor caminho para a garantia da qualidade de vida.

A doutora Adriana preparou uma breve análise, bem como dicas de cuidados importantes que devem ser adotados em todas as etapas da vida. Confira!

Pré-Natal e nascimento

Além de zelar pelo acompanhamento da saúde da mãe e do feto, um dos principais aspectos do pré-natal, no que se refere à audição, está na prevenção e/ou detecção de doenças infectocontagiosas, como rubéola e sífilis, que podem afetar a audição do bebê.

Fatores que precisam ser considerados como alerta em relação à audição do recém-nascido são: prematuridade, hiperbilirrubinemia (amarelão), internamento por longo período em UTIs, uso de antibióticos ototóxicos.

Nesse sentido, o Teste da Orelhinha é de extrema importância para o bebê. Realizado no hospital, após o nascimento, o resultado pode indicar precocemente a perda auditiva e, assim, dar início às investigações mais precisas.

Infância

Existem inúmeros fatores que podem influenciar a perda auditiva na infância. Porém, alguns cuidados simples podem evitá-los. Confira:

Manter a carteira de vacinação sempre em dia.

Evitar dar mamadeira para a criança quando ela estiver deitada. A melhor posição da criança, nesse caso, é sentada. Esse cuidado pode evitar otites (inflamação no ouvido). Vale lembrar que crianças com otites podem ter atraso na fala e dificuldade no aprendizado escolar.

Tratar a obstrução nasal. Na infância, assim como em todas as outras idades, a rinite alérgica, adenoides e amigdalas não tratadas também podem prejudicar a audição.

 

Foto: Freepik
Foto: Freepik

 

Jovens e adultos

O uso frequente de fones de ouvido e a exposição a sons em volume alto/altíssimo, seja em ambientes de lazer ou trabalho, têm sido as principais causas de perda auditiva entre jovens e adultos. Atitudes simples, como o uso dos chamados EPI’s (Equipamento de Proteção Individual) e diminuição do tempo de permanência com fones de ouvido podem auxiliar a saúde auditiva.

Também é importante lembrar que cotonetes podem traumatizar o conduto auditivo e o tímpano (membrana timpânica) e empurrar o cerúmen causando surdez. No que diz respeito às doenças, como hipertensão, diabetes, dislipidemias, problemas renais e outras, vale lembrar que elas também podem afetar a audição se não tratadas adequadamente.

Idosos

Com o passar do tempo, além de doenças crônicas, a própria idade pode representar um fator de perda auditiva. Os sintomas podem ser variados, como zumbido e até falta de entendimento.

Os idosos, por exemplo, ouvem, mas não entendem. A perda auditiva e/ou a falta de entendimento podem trazer como consequências o isolamento sócio familiar e até mesmo quadros de depressão.

Dica

Quem quiser saber como está a audição pode baixar o aplicativo HearWHO, disponibilizado pela OMS.

O app, disponível gratuitamente para sistemas Android e iOS, avalia a capacidade auditiva e sugere uma consulta médica caso os resultados não sejam satisfatórios.

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