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Tortura

Acusadas pela morte de criança são agredidas em penitenciaria no MT

Detentas teriam descoberto o motivo da prisão das duas; elas são acusadas de torturar e matar menino

30/11/2019 16h55Atualizado há 2 semanas
Por: Redação Verguia
Fonte: MIDIAMAX/ALINY MARY DIAS
Reprodução
Reprodução

Fabiola Pinheiro Bracelar e Luana Marques Fernandes – acusadas de torturar até a morte um menino de 3 anos, da qual são madrasta e mãe, respectivamente –, foram agredidas por detentas na tarde desta sexta-feira (29), na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

As duas mulheres são acusadas do crime de tortura qualificada que resultou na morte da criança, em Nova Marilândia (a 392km de Cuiabá), na noite de terça-feira (26).

As duas foram encaminhadas nesta sexta-feira para Cuiabá por motivo de segurança.

Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), elas estão em uma ala diferente das outras detentas que cometeram crimes semelhantes. Conforme apurou a reportagem, duas detentas, revoltadas com o crime de Fabiola e Luana, começaram a agredi-las.

Uma equipe de agentes penitenciárias de plantão interveio e evitou o agravamento da situação.

Devido às agressões, Fabíola e Luana ficaram com hematomas no rosto e foram levadas para formalizar um boletim de ocorrência e posteriormente para o atendimento médico e realização do exame de corpo delito.

De acordo com a Sesp, a direção da unidade já separou as duas presidiárias que iniciaram a agressão.

O caso

Um laudo médico apontou que o menino de 3 anos foi morto por espancamento e esmagamento. A madrasta da criança confessou em depoimento à Polícia Civil que batia no enteado.

Ela foi presa junto com a mãe na noite de terça-feira (26), quando levaram o menino já sem vida para uma unidade de saúde da cidade e em seguida o abandonaram.

Segundo a Polícia Civil, Fabiola contou que espancou o menino e o agredia com freqüência, para, segundo ela, “corrigi-lo”, pois ele seria muito arteiro e desobediente.

Luana, por sua vez, negou que batesse no filho e disse que no dia em que ele foi espancado pela companheira estava no trabalho.

No entanto, o laudo realizado no corpo do menino comprovou que as lesões em seu corpo foram provocadas por uma sessão de espancamento, uma vez que além das lesões externas, o menino estava com vários pontos de hemorragia interna na região do abdômen.

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