Domingo, 23 de Junho de 2024
19°C 34°C
Rolim de Moura, RO
Publicidade

Fim de ano e a importância da família

* Psicóloga Alessandra Augusto

18/12/2020 às 23h42
Por: Redação Verguia Fonte: Drumond Assessoria de Comunicação
Compartilhe:
Alessandra Augusto - Divulgação - arquivo pessoal
Alessandra Augusto - Divulgação - arquivo pessoal

De acordo com o dicionário Aurélio, família é o conjunto de todos os parentes de uma pessoa, e, principalmente, dos que moram com ela. No Dicionário Houaiss, o conceito da palavra é o núcleo social de pessoas unidas por laços afetivos, que geralmente compartilham o mesmo espaço e mantêm entre si uma relação solidária.

Trata-se de um conjunto de pessoas presentes em todos os momentos desde a infância até a fase adulta. Para qualquer indivíduo, a presença da família é fundamental, principalmente no início da vida. A base familiar é fundamental para passar valores éticos e morais, além de dar equilíbrio emocional.

Não importa a constituição dos membros, é essencial que o indivíduo entenda aquilo como lar, respeitando a cultura familiar.

Com o isolamento social, deu-se mais importância para as famílias e seu valor. Muitos pais não conheciam os hábitos dos filhos ou dos cônjuges. As famílias estavam muito fragmentadas, encontravam-se pela manhã e só iam se reencontrar à noite. Isso mudou na pandemia. Houve o resgate do convívio familiar, com um maior contato e interesse entre os membros.

É dever da família ensinar os valores, como, por exemplo, respeitar os mais velhos e tratar todos com educação. A cultura familiar é muito importante e os valores éticos e morais na formação do caráter e personalidade devem ser feito nesse ambiente.

Apesar do primeiro contato social que a criança tem ser na escola, elas não devem aprender lá esses valores, mas em casa. Aprender a respeitar os mais velhos, a esperar a vez, respeitar o outro, modos na hora de se alimentar, são fatores aprendidos com os pais em casa. 

Esse fim de ano é diferente, já que as autoridades aconselham que as pessoas fiquem em suas casas e evitar as festas em família com muitos parentes. Indico que os pais tragam os filhos para participar de decisões como a sobremesa que será servida nessas ocasiões especiais. Isso une a família. As crianças não devem ser excluídas desse tipo de situação. 

Elas não precisam ser consultadas em conversas de adultos, como sobre financeiro e decisões mais complexas. Tragam os filhos para as decisões simples para exercerem a escolha e amadurecer o momento de decisão.

A participação traz o sentimento de pertencimento. Desse modo, todos podem ter um fim de ano de mais união.

*Alessandra Augusto é Formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

Joyce Nogueira - Drumond Assessoria de Comunicação
Assessora de Imprensa

(21) 98102-2441- whatsapp 

(21) 2143-1094 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Rolim de Moura, RO
28°
Tempo limpo

Mín. 19° Máx. 34°

28° Sensação
2.05km/h Vento
46% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
07h24 Nascer do sol
06h51 Pôr do sol
Seg 35° 20°
Ter 36° 20°
Qua 37° 21°
Qui 37° 21°
Sex 35° 23°
Atualizado às 18h05
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,43 +0,00%
Euro
R$ 5,81 0,00%
Peso Argentino
R$ 0,01 +0,13%
Bitcoin
R$ 365,721,68 -0,55%
Ibovespa
121,341,13 pts 0.74%
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Lenium - Criar site de notícias