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Ong da Saúde

Doutores Sem Fronteiras realizam mais de cinco mil atendimentos em Rondônia

E no mês de outubro, entre 20 e 31 de outubro, voltam às atividades, dessa vez no Alto Xingu, na aldeia Kamayurá.

Gerson Bastos

Gerson BastosGerson Bastos é Técnico de enfermagem, tendo atuado nas seguintes unidades: Unidade Mista de N. Brasilândia, Hosp. Munic. de Novo Horizonte, Hosp. João Paulo II, Fundação Albert Sabin. Atualmente está como diretor na Policlínica no Bairro Boa Esperança, em Rolim de Moura, ex-vereador, foi atuante no Legislativo, conseguiu através do seu trabalho, várias benfeitorias para o setor da saúde municipal. Tem como meta dar o melhor de si. Casado, Pai e Avô.

13/08/2019 12h41
Por: Redação Verguia
Fonte: Observador
Reprodução
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A ONG Doutores Sem Fronteiras (DSF) finalizou mais uma série de atendimentos em Rondônia. Ao todo foram mais de cinco mil procedimentos realizados, em 2.234 atendimentos, parte deles nas áreas médicas e odontológicas.

Mais de 40 etnias indígenas foram atendidas em 19 dias de atendimentos nas regiões dos rios Guaporé e Mamoré e nas terras indígenas dos povos Ikolen e Karo no mês de julho.

Na área médica, foram realizadas consultas oftalmológicas, com entregas de óculos de grau, consultas de ginecologia com exames de ultrassom, eletrocardiograma e consultas com o clínico geral.

Na área odontológica, foram realizados tratamentos de canal, confecções de elementos dentários do sistema Cerec Cad Cam em porcelanas, prótese total e parcial, restaurações complexas com pinos de fibra de vidro, cirurgias complexas, entregas de kits de escovação e palestras de prevenção.

“Percebemos que nas regiões onde retornamos os índices de extrações dentárias foram baixos, resultado do trabalho que já vem sendo feito durante esses anos”, disse o presidente da ONG, Caio Eduardo Machado.

O trabalho dos médicos contou com o apoio do Governo de Rondônia, Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Porto Velho e Vilhena, Casa de Saúde Indígena de Porto Velho e Fundação Nacional do Índio (Funai), com logística e alimentação.

Caio Eduardo conta ainda sobre as dificuldades de deslocamento e a disposição dos médicos da associação para fazer os atendimentos em locais mais distantes. “Levamos os equipamentos e materiais de São Paulo, pagamos nossas passagens, deixamos de atender em nossos consultórios, ficamos longe de nossas famílias, não recebemos nenhum centavo de dinheiro público e fazemos acontecer. Atendemos milhares de pessoas, levando os melhores tratamentos para essas regiões”, comentou.

“Precisamos cuidar de nossos irmãos, dar oportunidade para quem não tem, olhar para essas pessoas como se fossem parte de nossas famílias, olhar para essas crianças como se fossem nossos filhos. Não vamos desistir, vamos sempre avançar”, conclui.

Além dos atendimentos em Rondônia, a ONG tem expandido suas ações, em maio estiveram no Xingu, na aldeia Kuikuru, durante os Jogos indígenas do Xingu.

E no mês de outubro, entre 20 e 31 de outubro, voltam às atividades, dessa vez no Alto Xingu, na aldeia Kamayurá.

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