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Viviane Oliveira
Denúncia

Nióbio de Rondônia é comercializado como “Colombita” para lesar o fisco Estadual

Chrisóstomo diz que a situação da garimpagem em Rondônia e na região vai mudar completamente, no governo Bolsonaro.

07/08/2019 23h44Atualizado há 2 semanas
Por: Redação Verguia
Fonte: Assessoria de imprensa
Reprodução
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Você tem paciência para contar os zeros? Veja esse número: 22 000 000 000 000,00.

Vinte e dois trilhões de reais. Duas vezes o maior PIB do mundo, o da China.

Mais de duas vezes todo o petróleo imaginado no pré-sal, outra das imensas riquezas que temos. Pois os 23 trilhões (isso mesmo! Não é engano: são trilhões), ou 104 mil reais para cada um dos 210 milhões de brasileiros, caso fosse dividido, é o valor da avaliação de todo o nióbio, um dos metais mais raros e mais caros do Planeta, que existem praticamente somente no Brasil. Mais de 98 por cento desse incrível mineral.

Nosso país tem reservas avaliadas em quase 850 milhões de toneladas.

Só dois estados brasileiros tem nióbio em abundância: a Bahia e, é claro, nossa Rondônia.

Aqui, apenas numa jazida conhecida, localizada em Itapuã do Oeste, estudos da Companhia de Mineração de Rondônia apontam para a existência aproximada de 90 milhões de toneladas.

Traduzindo isso em dinheiro, caso o produto fosse comercializado por preço justo no mercado internacional, isso daria mais ou menos (pasmem!) 3 trilhões de reais.

O que, numa conta matemática simplória, daria 1 milhão e 765 mil  reais para cada um dos 1 milhão e 700 mil habitantes do Estado. Todas essas contas foram feitas para demonstrar o que poderia representar a exploração do nióbio, tanto em nível nacional quando apenas dentro do território rondoniense.

O problema que essa riqueza toda está em áreas de proteção ambiental. Intocada.

Quando soube da grandeza da nossa mina de nióbio, Jair Bolsonaro comentou com empresários rondonienses que se reuniram com ele essa semana: “é por essas coisas que se compreende porque tem tantas ONGs estrangeiras na Amazônia!”. Capicce?

Ministro vem discutir garimpos

Sobre a questão mineral, aliás, tem mais novidades. O ministro das Minas e Energia, Almirante Bento Albuquerque, vem a Rondônia nos próximos dias, tratar pessoalmente de um tema cada vez mais quente no contexto da economia do Estado; nossas riquezas minerais.

O ministro foi convidado pelo deputado federal Coronel Chrisóstomo, para presidir um grande evento que pretende discutir profundamente a questão dos garimpos no Estado e as bases de uma política com uma futura ação controlada, onde ouro, diamantes, nióbio e outros minerais, que temos em profusão, possam ser explorados e os tributos arrecadados divididos entre os vários entes da Federação (municípios, Estado e União).

A princípio, o evento, ainda com data a ser definida, seria realizado em Ariquemes.

Não o será porque o aeroporto da cidade não comporta receber aviões de maior porte, como o que trará Bento Albuquerque a Rondônia.

Ele só poderia aterrissar em Porto Velho, Ji-Paraná ou Cacoal, a princípio.

A vinda do ministro será rápida, mas ele vem disposto a ouvir toda a situação em que, num cálculo não oficial, perdemos mais de 1 bilhão de tributos por ano, apenas com nossas riquezas contrabandeadas e que não nos deixam um só tostão.

Chrisóstomo diz que a situação da garimpagem em Rondônia e na região vai mudar completamente, no governo Bolsonaro.

Relatório

A Folha Rondoniense teve acesso a um relatório que será entregue hoje a noite ao presidente Bolsonaro, relatando que quatro empresas, que detém a concessão de exploração de uma jazida de minérios no município de Itapuã da Oeste, em Rondônia, sendo que entre eles encontra-se a uma grande quantidade de Nióbio, estão comercializando o metal precioso com o nome  de  “Colombita”, para burlar o fisco estadual e federal.

 

O que é o nióbio?

É uma espécie de linha metálica inigualável no Planeta.  Apenas algumas gramas dele, unidas ao aço, por exemplo, transforma o produto numa liga praticamente impossível de romper e, ainda, com muita maleabilidade.

O nióbio é usado na construção de espaçonaves, de sensores de sondas espaciais, de turbinas de aviões, em aparelhos de ressonância magnética e até em usinas nucleares. Todos os equipamentos eletrônicos de ponta têm nióbio

Empresas responsáveis

Quatro empresas atuam na exploração da Jazida de Minérios em Itapuã do Oeste sendo elas a ESA (Antiga CSN), a Metal Mig, a Mineral Corp, e a Mineradora Lagoa Azul, São Multi Nacionais, sendo que uma delas pertence a um milionário Paquistanês, e segundo informações as guias de extração são exaradas grande parte como Colombita, mas na verdade é o precioso minério Nióbio, que enche os olhos do presidente Bolsonaro.

As informações sobre o nióbio Rondoniense explorados em Itapuã é considerado um segredo muito bem guardado, e poucos têm informações.

É necessário em caráter de urgência que o governador Marcos Rocha determine a sua equipe um levantamento rigoroso dos fatos, para que Rondônia e o Brasil saibam a verdade.

Os minérios são levados para o Município de Ariquemes, onde são pré-industrializados, e a pífia receita, da exploração fica no município de Ariquemes, pois segundo o relatório, as mineradoras alegam que em Itapuã não tem uma energia elétrica necessária.

O Ministério Público do Estado, a Assembleia Legislativa, a Bancada federal e principalmente o governador Marcos Rocha precisa em caráter de urgência verificar a veracidade destas Informações.

Pois se confirmado for à comercialização do nióbio com outro nome, o estado de Rondônia estará perdendo uma fortuna de impostos.

A Companhia de Mineração de Rondônia já confirmou a potencia da Jazida de Nióbio em Rondônia, agora o que precisa é as autoridades estaduais tomarem as providências cabíveis, inclusive acionando a Policia Federal.

A expectativa é que o presidente Bolsonaro ao tomar conhecimento dos fatos que vem acontecendo sobre a jazida Rondoniense interfira para que nem o estado e nem Rondônia percam receita.

 

Columbita

Columbita é um mineral ortorrômbico com teor de 30% de Nb₂O₅ e 3,0 % de Ta₂O₅.

Consiste em niobato e tantalato de ferro e manganês, e no qual a porcentagem de nióbio é maior que a de tântalo.

Quando se sobrepõe àquele, o mineral passa a chamar-se tantalita.

Informações Wikipédia

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