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Viviane Oliveira
Desentendimento

Veja detalhes do assassinato do cabo da polícia militar e captura dos suspeitos em Vilhena

Assassino se aproximou e disparou varias vezes sem dar chance de defesa a vítima.

07/08/2019 15h20Atualizado há 2 semanas
Por: Redação Verguia
Fonte: extraderondonia
cabo da Polícia Militar Gilberto Santos Passos, de 39 anos Divulgação
cabo da Polícia Militar Gilberto Santos Passos, de 39 anos Divulgação

O cabo da Polícia Militar Gilberto Santos Passos, de 39 anos, foi morto a tiros na manhã desta quarta-feira, 7, na Rua Mambore, no Setor 13, em Vilhena.

Conforme Boletim de Ocorrência (BO), a Central de Operações da Polícia Militar, recebeu informações que no Setor 13 estaria havendo um desentendimento, entre elas o cabo PM Passos.

Uma guarnição foi até ao local e ao chegar, encontrou Gilmar Passos, irmão do cabo Passos, dentro de uma caminhonete e ele disse aos policiais que seu irmão estava dentro do veículo baleado e estavam indo para o pronto-socorro do Hospital Regional.

No local também estavam Joaquim Passos tio da vítima, que falou aos militares que foram até ao local para conversar com um rapaz e em dado momento os ânimos se alteraram e homem de pele morena, estatura mediana, trajando calça jeans e camiseta azul listrada com branco e boné verde, sacou um revólver e disparou contra o cabo Gilberto Passos.

Após atirar, o agente, juntamente com um segundo homem, que também foi descrito como pele morena, magro, de estatura alta, trajando calça jeans, botina, camiseta preta evadiram-se em uma moto Biz, sentido a Avenida Medianeira e depois sentido Avenida Mato Grosso.

Com a descrição em mãos, rapidamente foi montada uma operação para capturar os suspeitos, identificados como sendo Cledivaldo Ferreira da Silva, de 28 anos, e seu irmão Sandro Ferreira da Silva, de 24 anos.

As guarnições passaram a realizar varredura nas matas, terrenos baldios, vegetação, quando numa mata próximo a empresa Agro Cat, localizou o suspeito Cledivaldo, que estava lesionado, com escoriações, possivelmente ocasionadas durante a fuga, bem como, uma lesão causada por disparo de arma de fogo na coxa esquerda.

Cledivaldo estava com um revólver calibre 38, oxidado, marca Taurus, com seis munições intactas. No bolso do suspeito foi localizado seis cartuchos deflagrados.

Cledivaldo disse aos policiais que seu irmão Sandro poderia estar numa casa na Rua Tancredo Neves, no Setor 12, onde foi mantido contato com um homem por nome Ercival Stedile de Freitas, proprietário da residência e ele informou que conhecia os suspeitos e que Sandro havia passado no local, comentando que ele e seu irmão haviam se envolvido em uma confusão e saiu. Com isso, os policiais foram em outro endereço, sendo na Rua 679, no Setor 12, onde o segundo suspeito foi localizado dentro de um banheiro.

Após a prisão dos suspeitos, o motivo da confusão e do assassinato do policial militar teria sido em razão de Cledivaldo ter invadido um terreno de propriedade de Gilmar Passos. Contudo, os irmãos Gilmar e Gilberto Passos, juntamente com Joaquim Passos foram o terreno, com o objetivo de conversar com Cledivaldo.

Entretanto, no local, Gilmar Passos e Cledivaldo começaram a discutir, momento em que, segundo Gilmar e Joaquim, perceberam que Cledivaldo estava armado.

Fato que chamou a atenção dos irmãos que acionaram a Central de Operação da Polícia Militar, pedindo uma viatura da no local.

Porém, enquanto a guarnição estava em deslocamento, Cledivaldo sacou um revólver e o cabo Passos também Passos sacou sua pistola e se identificou como policial militar e ordenou que o rapaz soltasse sua arma, ordem desobedecida pelo suspeito.

Todavia, Cledivaldo se afastou de arma em punho, apontando sempre para o policial e o militar foi fazendo o acompanhamento do mesmo por aproximadamente três quadras, ordenando que o suspeito soltasse a arma e solicitando para seu irmão Gilmar ligar no 190 e pedir agilidade da viatura.

Entretanto, em dado momento, Sandro desferiu um soco na cabeça do cabo Passos que caiu, neste momento Cledivaldo disparou contra o policial.

Mesmo gravemente ferido, o militar ainda conseguiu efetuar quatro disparos com sua pistola da marca Taurus, calibre 380, acertando o suspeito na coxa esquerda. Após efetuar os disparos o cabo Passos perdeu as forças e, com isso, Cledivaldo se aproximou e disparou mais vezes sem dar chance de defesa a vítima.

Após ser preso, Cledivaldo foi conduzido ao Hospital Regional, onde recebeu cuidados médicos.

Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão e foram levados para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp).

 

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